Querida Avó Materna...
(Ao Espírito da Avó Materna: Mama!)
J.J. Oliveira Gonçalves
 
Querida avó materna, que Saudade
Do teu manso sorriso, de tua mão
Mimando o neto teu - em tenra idade
Do teu jardim florido... Que Emoção
 
Na Alma eu sinto, agora... E a Sensação
Que não morreste, não... Que, na verdade,
Tu vives no Jardim do Coração
Semeando tua Palavra e tua Bondade!
 
De Mama eras de todos conhecida
E na infância, feliz, e apetecida
Sob tuas Asas de Anjo me abrigavas!
 
E, hoje, neste Epílogo da Vida,
Suspiroso de ti que, sei, me Amavas
Me vejo ainda em teu colo: me ninavas!
 
(E, ao fundo da dolente melodia,
Tua Lembrança eu nino - neste Dia!)
 
Porto Alegre, 26 de julho/2009. 12h12min
 
 
 
 
 

 




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