Narciso Nilo Sebastiany
(In Memorian)
 20/05/1935
 30/07/2016


Nascido em Sobradinho em 20 de maio de 1935, formado em Medicina pela Universidade de Santa Maria no ano de 1961, começou a desempenhar suas funções na cidade de Sobradinho, aonde permanece até hoje. Aficionado por leitura, sempre colaborou com textos para os periódicos da região Centro Serra. Especializado em Sexologia Clínica, palestrou centenas de vezes para escolas e cursos de noivos prestando enorme serviço na constituição de valores sociais da família.
Seus textos não estão disponibilizados em links. Está lançando o livro MEMÓRIAS DE UM MÉDICO DO INTERIOR a ser lançado em dezembro/2012.

Confrade Apoiador.






A ARTE E O DESAFIO DE ENVELHECER
Narciso Sebastiany

O envelhecimento é inevitável. As modificações que vão se processando no idoso levam-no, aos poucos, acerto afastamento da sociedade. Também na família surgem mudanças em relação ao idoso. E naquela família que reconhece o seu dever para com a pessoa de idade, essa é bem tratada mesmo que apresente todas aquelas implicações inerentes a velhice. Já na família que não entende as modificações de comportamento do individuo idoso, esse é considerado um estorvo e representa um empecilho dentro da vida familiar. Por isso é importante que exista um certo planejamento no envelhecimento, desde as mudanças no estilo de vida, tipo de moradia, e até no tipo de trabalho e lazer, para que o idoso permaneça física e mentalmente apto a desfrutar da vida. Daí a necessidade de ser mantido o intelecto do idoso comum a atividade mental ativa e continuada principalmente pelo exercício da leitura e outros tipos de exercícios de memorização, conservando, assim,um interesse pelo presente, não se apegando somente no passado. Não deve haver, portanto, um isolamento intelectual nem afetivo prejudicando a comunicação interpessoal. Enfim, a teimosia e a coragem de atravessar o portal da velhice,é que nos faz grandes, deixando para trás ilusões ,mas conservado sempre a esperança e os sonhos.“Os homens só envelhecem quando os lamentos substituem os sonhos” (John Barrymore).
“Uma vida não basta apenas ser vivida, também precisa ser sonhada.”(Mario Quintana).