Regina Sant'Anna

Algo breve sobre mim

Regina Sant'Anna nasceu no Rio de Janeiro, onde reside, é poetisa, escritora, atriz, editora, produtora e ativista cultural, presidente atual da Liter e Art Brasil (Movimento Cultural de Literatura e Arte do Brasil), embaixadora da paz pela Universal Peace Federation, membro do SEERJ e CAPRIJ, coordenadora do grupo Poesia e Cia. Seu trabalho seja na escrita ou no palco, tem objetivos sociocultural, inclusão, cidadania e prima pela justiça e pela paz. Já realizou vários projetos socioculturais, representou o Brasil no México e em Cuba e atualmente, pela Liter e Art Brasil (StudiOfficina, Espaço Corpo e Mente e Studio de Arte Bangu), está na coordenação e realização do projeto "Cultura e Arte Por Toda Parte", que leva informação (saúde, educação e cidadania), arte, cultura e diversão, além de oficinas que propiciam geração de renda e colabora com o Projeto Um Brinde à Vida.

Confreira Efetiva.






CHORANDO ALEGRIA, CHORANDO PÉTALAS DE ROSA
Regina Sant'Anna

Neste mundo de tantas crenças e raças
Clamo por uma almejada paz:
Paz sentida no silêncio das armas,
Paz sentida no chilrear dos pássaros
Enfeitando as árvores de uma pequenina praça.

Neste mundo de tantas crenças e raças
Não deveria haver guerras nem em jogos de xadrez,
Os homens trocariam a sede mesquinha de poder
Por grandes somas de sensatez.

Neste mundo de tantas crenças e raças
Deveríamos unir todos os nossos meios
Para derrotar a fome que se alastra,
Para curar as doenças que a vida ameaça
Para vivermos livres de receios
Que sugam nossas forças e quebrantam nossa alma.

Neste mundo de tantas crenças e raças
Gostaria de ver o amor brilhar em cada casa,
Inundando o mundo com a paz preciosa,
Acalentando a criança que, hoje, chora lágrimas amargas.

Neste mundo de tantas crenças e raças
Clamo pela paz que agoniza por questões falsas.
Clamo pela paz, para que seja fênix vitoriosa,
Para não ver meus irmãos do mundo feridos,
Para não ver os pequeninos chorando oprimidos,
Para ver nos olhos a esperança preciosa.

Clamo pela paz, para que esta não seja enterrada
Em prantos de dor de uma ambição desenfreada,
Queimada ao detonar de um míssil no alvo errado;
Clamo pela paz vinda de seu ninho incendiado,

Trazendo o renascer da humanidade em agonia,
Para ver nos olhos um choro que seja só de alegria
Pela Terra florescendo outra vez dadivosa;
Pelo céu derramando gotas de chuva purificada,
Sem ácidos ou pela radiação contaminada,
Como se estivesse chorando pétalas de rosa.


Neste mundo de tantas crenças e raças
Queremos a união de corações
Quebrando barreiras, espalhando o amor
Edificando a paz e criando uma família
Uma única família formada por todas as nações.