Wellington da Costa Machado

Jornalista, Biólogo e Radialista, Wellington da Costa Machado, nasceu em 02 de novembro de 1969, em Cabedelo, Paraíba. Da mãe, Rita da Costa Machado, herdou o gosto pela leitura, ela, nunca o deixava dormir sem ouvir suas estórias infantis. Do seu pai, Wilson Florentino Machado, exímio instrumentista e compositor de Chorinhos, herdou o gosto pela música. Poeta, escritor e compositor, começou a escrever aos catorze anos e nunca mais parou. Na adolescência, costumava ser chamado de “padre” pelo colegas devido o hábito de passar a maior parte do tempo lendo na biblioteca publica da cidade.

É autor dos livros "Gemas do Pensamento" e "Quando Nasce a Poesia" (antológico). Editou outros livros como: "Escravo da Lua" e "Saudade da Minha Infância". Idealizador e sócio fundador da Associação Beneficente Cultural e Comunitária de Cabedelo (ASBEC) e da Sociedade Cabedelense de Escritores e Poetas (SCEP).

Foi membro da Orquestra de Violões da Paraíba, sócio fundador da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias – Secção Paraíba (ABRAÇO-PB), membro do Movimento Nacional pela Democratização da Comunicação e idealizador e sócio fundador do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cabedelo - SINDCAB.

Conquistou o primeiro lugar no concurso literário "Ano Cultural Altimar Pimentel", promovido pela Prefeitura Municipal e Cabedelo, com a prosa “Cronologia de um panteão”. Atualmente coordena o site jornalístico www.soltandooverbocom.br e o jornal impresso “O Povo (de Cabedelo). Trabalha na conclusão dos livros “Saramandaia – a tocaia de Formosa” (romance baseado em fatos reais), “Um bandolim chamado Wilson” (biografia) e aguarda o lançamento de “A Lenda” (no prelo), livro de aventura baseado em contos populares contados em Cabedelo-PB.
Para o próximo ano, espera escrever “Cabedelo, sua história espalhada pelas ruas”, resgatando os primeiros nomes das ruas da cidade.

Confrade Efetivo.






Alvorada à beira-mar
Wellington da Costa Machado

De manhã cedo, por traz dos coqueiros,
Com o vento note suas folhas balançar
A brisa leve, que nasce das ondas,
Vem com as ondas que nascem do mar.
O albatroz com o seu voo rasante
Vai seguindo seu reflexo no mar
Dança Ballet como as ondas beijam a areia
No som da areia beijando o mar.

O sol nascendo refletindo-se nas águas
Que são cortadas pela nau do pescador
Que vai para mar pra garantir seu dia-a-dia
Contra a correnteza, se preciso for.
Suavemente a gente sente no rosto
Um beijo da brisa que molha o ar
Dança balet como as ondas beijam a areia
No som da areia beijando o mar.